INQUÉRITO: Angolanos na internet preferem o “Estado de emergência”

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Redação: O Primeiro

Jornalista: Ngola Ntuady

O PRIMEIRO realizou nos dias, 24, 25 e 26 de Maio, um inquérito na sua rede social Facebook, onde pelo menos mais de duas mil pessoas participaram com opiniões divergentes, porém, na mesma linha de abordagem deixando cair por terra, categoricamente, a SITUAÇÃO DE CALAMIDADE PÚBLICA, decretada pelo Executivo angolano, preferindo continuar com o Estado de emergência que vigorava desde o dia 27 de Março.

Tudo parecia ser uma espécie de “guerra fria” entre os internautas que procuravam votar contra e a favor do Estado de Calamidade Pública no país.

Segundo os mais de 2 mil participantes, Angola não se encontra preparada, nesta altura, para fazer face à nova fase da Calamidade Pública, visto que, prosseguiam os comentários, os casos por Covid-19 continuam a fazer tapete dia-pós-dias.

Entretanto chamado a comentar o assunto, O PRIMEIRO ouviu o sociólogo Domingos da Costa, que fez o seguinte balanço:

“[…] penso que independentemente dos sucessivos casos, o país- através dos vários grupos sociais- precisa avançar”, apelou.

Já para a psicóloga residente Marieth David, que mais do que analisar o assunto no âmbito da Psicologia Comportamental também não hesitou em deixar algumas palavras de encorajamento.

“O nosso maior problema não está na pandemia como tal, mas sim na mente. A nossa maior pandemia é a psicológica. Portanto, nesta altura, a união é crucial entre os angolanos”, encorajou.

O Jornal O PRIMEIRO nas suas estratégias de comunicação e interação com os seus leitores, tem vindo a realizar inquéritos que visam ouvir via internet, a opinião dos angolanos sobre os vários assuntos que afligem a sociedade.

O inquérito foi visualizado por mais de 700.000 internautas, tendo participado direitamente mais de duas mil pessoas.

 

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