Ex funcionárias da STEP detonam Karina Barbosa

Compartilhe

Após a realização da 23ª edição dos Moda Luanda, no domingo último, 21 de Janeiro, numa transmissão ao vivo pela TV Zimbo e via internet, várias foram as críticas que se fizeram chegar, com destaque aos comentários proferidos pela antiga Modelo da agência, Maria Borges.

A Angolana ao reagir sobre aquela premiação, não teria gostado pela forma como os vencedores são nomeados, por isso, para a Top Model Internacional, o concurso deveria acabar com o amiguismo e optar pela meritocracia, conforme a sua publicação nas suas redes sociais.

“2020 é um ano de mudança de consciência, temos que deixar de apoiar e/ou patrocinar eventos nacionais, que visam promover o sector da moda no colectivo mais que os interesses pessoais de alguns organizadores que continuam a privilegiar o favoritismo” começou por frisar a modelo.

“Façam uma análise, vão constatar que não há́ progresso, os novos rostos não têm oportunidades de se destacar. Alguns estão felizes, mas no geral é um mau exemplo para as futuras gerações. Desta maneira, como iremos lutar para desenvolver o sector? Temos de combater a estas práticas, da mesma forma como estamos a combater a Covid-19” disse.

Para rebater a crítica, Karina Barbosa respondeu afirmando que o Moda Luanda é um evento de prestígio que dá oportunidade também aos novos rostos:

“(…) num evento que teve 36% de novos modelos e 37% de novos criadores de moda, só quem não sabe fazer

contas é que pode falar de favoritismos ou falta de oportunidades.” Escreveu na nota”.

Ainda continuando a rebater as críticas, a empresária recordou que foi a STEP que tirou Maria Borges do anonimato para o topo:

“(…) para a pessoa que já se esqueceu de QUEM A TIROU do anonimato e lhe deu a OPORTUNIDADE de fazer uma carreira profissional quando não era NINGUÉM, nem sequer na moda nacional que fará internacional…” recordou.

Sendo que tais discussões se alastraram durante a semana, O Primeiro procurou ouvir vozes de pessoas que estiveram diretamente ligadas à agência sobre o que acham e sabem sobre a situação interna da empresa.

Falando com uma das ex-funcionárias que preferiu o anonimato, revelou que a situação interna da STEP nunca esteve das melhores principalmente na relação entre a Karina e os seus funcionários, chegando mesmo a afirmar que a CEO gostava que apenas fosse feito o que era do seu agrado.

“(…) a Karina gosta que as pessoas fazem simplesmente o que ela quer, ninguém pode reclamar, caso contrário fica na lista negra. E as pessoas são obrigadas a se calar para não perder o pão e ver as suas portas fechadas (…)” desabafou a fonte.

Revelou também ao nosso Jornal que, Karina Barbosa dificilmente participa em eventos nacionais por causa do seu comportamento.

“(…) ela hoje dificilmente participa em eventos nacionais principalmente porque ela fechou as portas, tudo porque não queria que os outros tivessem mais protagonismo que os outros (…)”.

Maria Borges foi um produto lapidado, divulgado e lançado pela STEP MODEL, a organizadora dos Moda Luanda que tem como CEO a empresária Karina Barbosa. Na altura, a modelo foi descoberta através do concurso Elite Model Look Angola.

A STEP, para além de Maria Borges, também é responsável pelo lançamento da top model Sharam Diniz, Marisa Gonçalves e várias outras que trilham as passarelas e capas das revistas internacionais.

 

Comentários no Facebook
Compartilhe