CACIMBO- Covid-19: A realidade em Angola e as previsões da “OMS” para África

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Redação: O PRIMEIRO

Jornalista: Encarnação Muandumba

A época mais propícia a constipações e doenças pulmonares começou oficialmente, no dia 15 de Maio, o que obriga o seu aproveitamento em Luanda, para trabalhos eternamente adiados que evitam enfermidades, como o paludismo, que continua a ser, no séc XXI, o maior causador de óbitos em Angola.

Redobrar os cuidados de defesa, nesta estação do ano, também caracterizada como caminhada assassina, lembra aos luandeses e habitantes de outras províncias embora, preocupados com o recolhimento físico, ao agasalho de luvas, meias, casacos e outros.

Segundo epidemiologistas e outros especialistas de saúde, “não há casamento melhor do que o de coronavírus e o frio”.

Em entrevista para O Primeiro, o meteorologista, Hermenegildo Da Silva, afirma que tudo depende do comportamento de cada cidadão, pois  para nos defendermos de um inimigo não podemos baixar a guarda em relação a outros.

“A certeza das mudanças climáticas é maior que a busca das armas para evitar o vírus” ,declarou.

A chegada do tempo cacimbo, constitui preocupação para quem no passado acompanhou de perto a inércia provocada pelo tempo em que o frio predomina.

A OMS por sua vez, previu que nesta época, a África registaria números assustadores da COVID-19 por conta do frio, porém, tal realidade ainda não se verificou, Angola particularmente, conta com casos muito abaixo e longe da previsão.

De lembrar que além do coronavírus, muitas outras doenças desfilam nesta estação do ano. O inimigo está a solta, os responsáveis da saúde tudo fazem para o esmagamento do surto.

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